Café lidera os embarques
Atualmente, o café não torrado é o principal item da pauta comercial com o país, sendo responsável por 24,2% das vendas brasileiras para a Austrália. O produto atende ao perfil de consumo local, caracterizado pelo segmento de cafés expressos e bebidas à base de café e leite.
Para além do setor de alimentos, o levantamento aponta espaço para a inserção de produtos manufaturados e bens industriais, impulsionados por planos locais de habitação e infraestrutura. Entre os segmentos monitorados com potencial de expansão estão: veículos ferroviários e rodoviários, medicamentos e equipamentos de engenharia civil, celulose e materiais de construção, além de máquinas elétricas, motocicletas e aeronaves.
Benefícios tarifários e atração de investimentos
A Austrália concede ao Brasil benefício tarifário pelo Sistema Geral de Preferências (SGP), via Australian System of Tariff Preferences (ASTP), que prevê tarifas preferenciais a países em desenvolvimento. O Brasil figura na categoria DCS – Developing Country Status, podendo acessar reduções em linhas tarifárias específicas.
A corrente de negócios também se reflete na atração de capital estrangeiro. Em 2024, o estoque de investimento direto da Austrália no Brasil somou US$ 7,2 bilhões, posicionando o país como a 23ª origem de capital estrangeiro no mercado nacional. Os aportes concentram-se nas agendas de mineração e transição energética, com foco em minerais estratégicos em Minas Gerais e projetos de hidrogênio verde e energia renovável no Ceará e no Rio de Janeiro.
Confira aqui o estudo completo.
Tema:
Inteligência
Mercado:
Não se aplica
Setor de Exportação:
Não se aplica
Setor de Investimento:
Não se aplica
Setor de serviços:
Não se aplica
Fonte: apexbrasil.com.br














